FUI ESTRUPADA AOS 10 ANOS DE IDADE PELOS MESMOS HOMENS POR DOIS ANOS – parte 1

A história que irei narrar aconteceu comigo quando eu tinha dez anos. Me chamo Alyce,hoje com 45 anos. Sou filha única, mulata e na época eu não tinha nada de anormal, até meus peitinhos eram muito pequenos e na blusa só aparecia dos pingos de bolinhas e não sei o que fez com que isso acontecesse pois sempre fui muito quieta. Mais aconteceu. E foi assim que tudo aconteceu.

Meu avô era cego e tinha um homem que era seu condutor, era um mulato bem carrancudo, daqueles que tem poucas instruções. Ele era alto, tinha mãos grandes, traços no rosto marcados pelo sol (acho que porque exercia também a atividade de capina), seu corpo tinha muito músculos, ele era todo grande. Tião (seu nome real) era um queridinho da família, entrava e saía das casas dos parentes sem permissão. Na minha casa ele entrava e chamava meus pais de tios, todos confiavam nele, pois além de ser prestativo em tudo, Tião cuidava muito bem dos meus avôs. Um dia não sei porque, ele ofereceu a minha mãe que poderia me levar e buscar na escola e como meus pais trabalhavam e não podiam fazer essa tarefa, deixou-me na responsabilidade dele.

O tempo passou normalmente, ele me levava e depois ia me buscar. Mais um dia, eu me arrumei, saí de casa sorridente e falante, pois o Tião era muito legal. No caminho ele me disse que ia passar em casa para pegar um negócio que eu não me lembro o que era. No caminho me comprou um pirulito de chiclete (na época muito famoso) e enquanto eu chupava o pirulito ele dizia: chupa tudo bem devagar e gostoso, tá Alyce!

Mais eu não entendia e vez ou outra ele parava e segurava o pirulito nas mãos e enfiava na minha boca me melando os lábios o que eu achava muito engraçado.

Chovia muito neste dia e chegando em sua casa, ele mandou que eu entrasse, que seria rápido o que ele tinha pra fazer, me deu um copo de água e disse que era pra mim tirar a roupa que ele iria colocar para secar um pouquinho e que quando a chuva diminuísse iríamos para a escola.

Tirei a roupa como ele ordenou pois estava muito molhada e me fazia tremer de frio, fiquei de calçinha e fui sentar no sofá para terminar de chupar meu pirulito e esperar o tempo melhorar, mais parece que o céu estava desabando pois chovia cada vez mais forte. Tião ligou a tv, sentou do meu lado e me disse que era para deitar, colocou uma coberta em mim e ficou ali também no sofá brincando de me fazer cócegas, (o que me fez rir muito), perguntei se podia ir ao banheiro e ele carinhosamente me pegou nos braços e me levou no colo ao banheiro. Eu tirei minha calcinha e me coloquei no vaso enquanto Tião permanecia na porta esperando eu terminar.

O que parecia normal pois ele era como um tio e eu não sei porque não me incomodei com a sua presença, já que minha mãe sempre havia conversado comigo sobre os modos. Quando acabei de fazer xixi e quando eu levantei pra vestir minha calcinha ele me pegou novamente no colo dessa vez com força e com minha calcinha arriada até os pés e disse baixinho no meu ouvido que ia me secar. Tomei um susto e antes que eu pudesse falar ou fazer alguma coisa ele me jogou em sua cama violentamente pegou um machado que estava no canto do quarto e disse que me mataria se eu gritasse ou contasse para alguém e que depois me jogaria dentro do poço e ninguém nunca mais iria me achar. Fiquei assustada e chorei compulsivamente baixinho e ele pegou um papel, abriu minhas pernas, me cheirou e passou o papel. Falou que o cheiro era o melhor do mundo e dedilhou minha pequena vagina o que me fez dar um salto de susto e foi ali que ele colocou o machado ao meu lado na cama, me bateu nas coxas tão forte que seus dedos ficaram marcados nela eu não tive mais reação.Foi aí que o Tião iniciou a sua tortura.

O homem que eu conhecia bastante e considerava como tio, abriu novamente minhas pernas e enfiou a língua em minha vagina, ele me chupou por um longo tempo, e sempre que eu me assustava ele colocava o machado mais próximo de nós. Tião tirou sua roupa e eu vi o tamanho do seu pênis, um piru grande e grosso saltar duro o que ele imediatamente colocou na minha boca. Eu rejeitei aquele negócio nojento, fiz vômito, mais fui lembrada do Machado e sem qualquer experiência fui iniciada a um entra e sai da boca que me sufocava e me deixava sempre sem ar.


Ele retomou a chupaçao na minha bucetinha cada vez mais voraz e quando eu tentava fechar as pernas os tapas eram muito mais violentos. Em um momento ele foi até a cozinha, pegou o óleo e lambuzou seu pênis e minha vagina, abriu minhas pernas, deitou-se sobre mim e começou a tentativa de penetração, mais como ele tinha um pênis grande não conseguia, foi então que bateram em sua porta e o chamaram. Ele mandou que eu ficasse quietinha e me lembrou do poço, vestiu a bermuda sem cueca e foi atender a porta.


Eram dois homens, que haviam visto ele entrar comigo na casa e como ele nunca saia, os homens foram ver o que estava acontecendo. Não sei o que foi dito entre eles só sei que Tião chegou no quarto com os dois homens velhos rindo muito, eu me encolhi no cantinho da cama mais um deles me virou e disse com um sorriso assustador: tadinha vai ser nossa mulherzinha hoje, vamos estrupar logo essa garotinha bonitinha. O velho me levantou para ver meu tamanho meu corpinho e falou ela não vai aguentar não gente, vamos acabar com essa putinha logo, vamos logo quero estourar o cu dela enquanto vcs estouram essa bucetinha. Quem aqui gosta de galinha a molho pardo?

E o outro velho concordando e rindo junto com o Tião falou garotinha a molho pardo. Eu sabia que comida era, pois era o prato preferido do meu avô.Confesso que tive um sentimento estranho e hoje sei que estava em pânico, não era um homem e sim, agora eram três. Enquanto eu estava encostada no canto do quarto encolhida, os três homens tiram as roupas e eu não quis mais ver o tamanho de pênis de cada, só sei que um veio me examinar, passando as mãos em todo o meu corpo. Esse homem me jogou na cama com força e como era um colchão de mola, bati e subi feito ioiô. O homem chupava minhas partes e beliscava meu braço enquanto me chamava de menina malvada, o Tião com o outro homem conversavam num outro canto da parede sem se importar com o que estava acontecendo ali, eles pareciam combinar alguma coisa. Tião e um dos homens ao se aproximarem pediu ao outro homem que estava me acariciando e chupando, que segurasse meus braços para que eles me amarrassem. E assim foi feito, me amarraram e me colocaram um pano sujo na boca. Levantaram as minhas pernas e segurando as no alto e aberta Tião veio, trouxe consigo um óleo de cozinha que despejou sobre minha buceta e sobre seu pênis.

O óleo escorreu caindo também sobre meu ânus e um dos homens começou a rir, como se imaginasse o que faria. Tião ajoelhou próximo das minhas partes e começou a forçar. Ele empurrou com muita força que eu perdi minhas forças, eu só chorava muito pela dor infernal que estava sentindo. O martírio foi muito grande pois Tião tinha um pênis gigantesco. Chovia muito ainda e eu me perdi ouvindo barulho das gotas caindo sobre o telhado. Um dos velhos me bateu no rosto pedindo para eu olhar para ele e falou para o outro que eu tinha virado uma galinha ao molho pardo cheia de sangue. Tiao socou muito minha buceta e quando saiu, gozou em uma toalha que estava na cama. Minhas pernas foram abaixadas e um dos velhos pegou essa mesma toalha, sentou na cama, afastou novamente minhas pernas e ficou olhando o estrago que Tião havia feito e rindo do tamanho do buraco que ficou e do sangue que escorria.

O velho limpou minha vagina doida fortemente e introduziu seus dedos e após um sessão de dedas, deitou encima de mim e enfiou seu pênis com vontade e com força falando da minha bucetinha, dizia coisas como vou levar ela pra casa, quero comer essa buceta frita, quero colocar minhas bolas lá dentro também e empurrava seu pênis e meu corpo junto. Não demorou muito como Tião, mais ficou muito tempo, gozou na minha barriga e saiu rindo, mais antes me beijou na boca e enfiou a língua dentro dela. Ao fazer isso eu vomitei na cama e Tião me segurava pelo pescoço me enforcando e dizia sua porca, vai limpar sujou meu lençol. Quase perdendo os sentidos, o outro velho pediu para Tião me largar porque ele ainda não tinha me penetrado e daquele jeito eu podia morrer.

Tião me largou com força novamente no colchão e o terceiro homem que parecia um animal pois estava com tanto tesão que nem ligou para o sangue que saia e foi direto para a minha buceta, fazendo um entra e saia rápido. Uma hora ele tirava e colocava, em outra ele permanecia nas entocadas com muita vontade até que gozou dentro de mim. A hora nunca passava enquanto Tião e o outro velho conversavam o primeiro velho voltou para examinar minha vagina inchada e dolorida. Ele estava muito feliz com o que estava vendo e quando eu fechava as pernas ele me batia nos pés e me mandava abrir. Tentou enfiar mais de três dedos mais desistiu pois foi chamado pelos outros para decidirem o que fariam comigo.

Chegaram a dizer que era pra me jogar no mato, outra me jogar no poço e até mesmo me enterrar, mais Tião sabia que se algo acontecesse comigo ele seria o culpado, decidiram me poupar. Me disseram que no dia seguinte eu teria que voltar porque todos queriam me foder novamente. Tião me lembrou do Machado e do poço e que eu tinha que voltar e obedecer. Os três homens ficaram conversando, eu não sei o que aconteceu depois pois acho que dormi ou desmaiei, só sei que Tião me acordou, mandou que eu me lavasse, colocasse a roupa da escola para irmos embora. Achei que ele iria me levar para a escola pois não tinha mais a noção de horário.

Tião me levou para casa me lembrando sempre das ameaças. Cheguei em casa, entrei, fechei o portão, esperei Tião ir embora, pois não podia deixar ele ver o esconderijo da chave, peguei ela no lugar e fui tomar banho chorando e sentindo muita dor pelo o que eu havia passado. Mais tarde minha mãe, depois de muitas horas e me pegou dormindo como era de costume. Na hora do jantar me acordou, mandou eu fazer a lição e tomar banho, avisei que não tinha dever de casa. Tomei banho, jantei, fiquei com meus pais vendo tv. Tive vontade de contar, mais não o fiz, apenas voltei para o meu quarto com medo da noite acabar, pois eu sabia que Tião iria me abusar novamente. Eu só pensei no pior. CONTINUA


Leia a parte 2 clicando aqui

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