FUI ESTRUPADA AOS 10 ANOS DE IDADE PELOS MESMOS HOMENS POR DOIS ANOS- parte 3

Depois que consegui me libertar do Tião, pois ele não precisava mais me levar para a escola, passei a ir sozinha, tinha vez que ia com algumas colegas, mas na maioria das vezes eu ia sozinha e estava muito feliz, tinha se passado mais ou menos um mês e eu cada dia esquecia do que havia me acontecido.

Mais, um dia quando estava indo para a escola Tião estava na esquina me esperando, eu gelei e sabia que ele iria me estrupar novamente e quando fui me aproximando dele comecei a correr passando por ele sem olhar para trás, meu medo era dele estar atrás de mim correndo também. Tião fez isso algumas vezes e eu sempre conseguia escapar. Até que um dia ele ficou no portão da minha casa e quando eu abri ele entrou e me violou novamente, bem rápido porém violentamente.

Ele me bateu, foi na cozinha pegou uma faca e colocou no meu pescoço e me falou que na outra semana voltaria e se eu corresse ele iria me enfiar a faca. A semana passou e Tião sumiu, meu avô estava fazendo exames e ele estava muito ocupado e eu tive mais tempo para escapar daquele animal que me estrupava e me batia. Enquanto eu estava desligada do medo já que Tião estava muito ocupado,um dia indo para a escola dei de cara com um carro que parou em minha frente, era um dos velhos que me estrupou junto com o Tião, Amaro, um outro animal.

Amaro não me mostrou uma faca me mostrou uma arma e me mandou entrar no carro já com a porta aberta. O velho Amaro me levou para um lugar que passava por uns matos altos e estrada de barro. Pensei que ia morrer pois o local era muito estranho. Chegando ao local que era um sitio (pela extensão do quintal e dos cavalos e vacas), mandou eu descer do carro e entrar numa casa. O velho me falava que era pra ser boazinha e que eu iria voltar para casa, era só eu fazer o que ele queria.

O velho me levou para o quarto mais não tirou minhas roupas (eu a essa altura não mais esboçava reações), me deitou em uma cama de casal afstou minha calcinha e começou a chupar minha vagina. Eu estava começando a criar peitinhos e ele descobriu isso , levantou minha blusa e começou chupando-los como se estivesse saindo algo. O velho Amaro falou que agora eu não precisaria me preocupar com os outros dois pois ele iria me proteger e que eu seria a menininha dele.

Que eu ia aprender a ser uma putinha na cama. Ele me chupou muito, uma hora ia na buceta outra nos peitos e vez ou outra me oferecia o pênis para chupar. Ele dessa vez não teve pressa e fez tudo com muito carinho como quem queria aproveitar todo o momento comigo.

O velho me abriu mais as pernas e colocou seu pinto na minha vagina sem usar lubrificante, doeu e eu fiz como se quisesse escapar, mais ao olhar para cima de uma mesinha, vi a arma e concedi a invasão dolorosa sem me defender. O velho também tinha um pênis grande e socou sem culpa. Após alguns longos minutos ele saiu de cima de mim foi em uma caixa encima do guarda roupa e pegou um pênis de plástico e introduziu na minha buceta e se pôs no minha cara para eu o chupar, o objeto me incomodava e não era legal porém eu relaxei pois não tinha movimento violentou dentro de mim. O velho me beijou enfiando a língua na minha boca e me levantou pelo colo. Enquanto estava no alto (colo) ele fazia movimentos com o pênis de plástico e me beijava. Acho que isso o deixou com um tesão enorme porque ele me colocou na cama ainda com o objeto introduzido na vagina pegou um vidro e passou em seu pênis.

Novamente ele me colocou em seu colo de pé, deu umas empurradas de entra e sai com o pênis de plástico na minha vagina, me segurou bem forte contra seu corpo e com uma mão enfiou seu pênis junto do objeto, eu gritei e ele sorriu e empurrou com muito mais força e me apertou contra seu corpo. Ao me pôr na cama novamente, ele tirou o objeto e me deu para chupar, fiz que ia vomitar mais ele insistiu em coloca lo e não teve jeito chupei meu próprio gosto.

Amaro lubrificou o pênis de plástico e enfiou em mim novamente e foi aí que eu realmente senti dor, pois ele em seguida penetrou me junto e eu gritei chorei, mais ele não saiu de cima de mim. Levantava as minhas pernas e socava, enfiava o dedo no cu e socava minha bucetinha doida e sofrida. Quando ele ia gozar ele tirou o objeto de pênis e voltou a socar com muita força minha bucetinha e gozou feito animal soltando um uivo assustador e ficando encima de meu corpo pequeno e franzino descansando e me sufocando. O velho me limpou as partes me ajeitou a calcinha e me sentou em seu colo me beijando na boca e enfiando a língua dentro dela e também chupando meus lábios.

O velho Amaro por fim me deixou sair de seu colo e mandou eu o acompanhar, me levou para o carro e saímos, no caminho ele colocou a mão na minha vagina pela calcinha e me deu um tapa nas coxas. Me deixou bem próximo de casa e antes de eu descer, me disse que amanhã me buscaria de novo no caminho para me levar na casa dele novamente. No outro dia eu não saí de casa e fiquei assim por uns três dias sem ir no portão ou colégio. Quando eu resolvi ir para a escola lá estava ele parado no meu caminho e como estava chovendo com pouca gente na rua, ele não precisou me mostrar a arma, apenas fez um gesto que indicava ela e eu tive que entrar naquele automóvel novamente. Neste dia fui obrigada a ingerir bebida alcoólica, o velho me deu um copo de cachaça e me fez beber todo conteúdo com a arma na mão. Um copo foi o suficiente para eu me desligar da realidade pois o velho Amaro pintou e bordou comigo. Dessa vez ele comeu meu cuzinho, enfiou o pênis de plástico em mim e ficou olhando enquanto bebia cachaça e fumava.

Ele me chupou, me beijou, me mordeu, me amarrou as mãos , me amordaçou, me colocou uma venda, me pôs de quatro, me sentou em seu colo, me bateu na bunda de chinelo deitada em seu colo, ele me falava coisas feias e dizia que iria me matar naquele dia. Foi horrível. O pior de tudo foi quando ele trouxe o seu cachorro e como eu estava vendada não sabia o tamanho ou a cor, só senti que o bicho veio encima de mim, o que me deixou muito nervosa e apavorada.

O cachorro não conseguiu me introduzir, mais ele conduziu o cachorro. O cachorro ficou encima de mim e quando gozou, ficou preso dentro de mim e ele vendo aquilo me chamava de cadela, cachorra, putinha do vovô, estudante putinha, macaca e muitas outras ofensas . Quando enfim o cachorro saiu, ele tirou minha venda e ainda amarrada de quatro ele introduziu em mim o pênis de plástico novamente e saiu. Voltando trouxe consigo um outro cachorro que dessa vez era fêmea e a colocou encima da cama. A cadela era viciada em sexo que logo abriu as pernas e ele sem vergonha ou pudor fodia a cachorrinha e falava pra mim vc é minha cadela igual a ela, vc vai aprender a ficará assim toda arreganhada para mim. Amaro gozou e a cadela foi para o canto onde deitou e começou a se lamber. Ele me tirou o objeto e me desamarrou, me mandou continuar na posição que eu estava e empurrou seu pênis com força novamente no meu cu. A essa altura meus órgãos genitais já não mais me obedecia, engolia o pênis que entrava facilmente.

O velho Amaro gozou dentro do meu cu e depois que tirou me bateu com chinelo e mandou eu latir, fiz o que me mandou e ele ao ver minha obediência me mandou levantar. Me deu minhas roupas e mandou eu me vestir rápido. Me levou para fora com a arma nas mãos e eu comecei a chorar. Pensei que naquele momento ele ai me matar, mais não, ele colocou a arma no porta luvas e ordenou que entrasse no carro e aí me deixou no lugar de sempre, bem próximo da minha casa. Tentei depois desses atos de horror contra meu corpo e inocência continuar com minha vida infantil. O Tiao e o Amaro aparecia e vezes ou outras eu era levada para as suas casas passando as tardes de terror.

Os três por diversas vezes me levavam para a casa de Tião e lá me sodomizavam e quando descobriram um dia que eu estava molhada de prazer começaram a me mostrar mais e a manter sempre presa e cada vez mais com objetos enfiados em meu corpo e usavam as mãos, os pés. A cada vez que eles me levavam eu não tinha mais medo e passei a gostar de ir, ficando viciada com as penetrações e estocadas violentas, com as palmadas na minha bunda, pernas e mordidas pelos lugares mais escondidos. Virei a putinha depois somente de dois homens que me estrupavam juntos ou separados. Em um dia Tião foi lá na minha casa e me fudeu apenas no cu e quando eu fui para a escola o Amaro me levou para a sua casa e também me fudeu só no cu, parecia que eles haviam combinado aquilo. As sessões de tortura sexual duraram mais ou menos até meus treze anos e aí eu já tinha peitinho maior, cabelinho na vagina e o aumento de tesão daqueles estrupadores de pênis grandes e grossos cada vez mais vorazes. Com o tempo tudo acabou, o velho Zé virou evangélico e quando passava por mim baixava a cabeça.

O velho Amaro fugiu da cidade porque estrupou a filha do vizinho e Tião ficou ainda por alguns meses me fudendo ainda violentamente com muitos tapas e estocadas fortes e passou a não mais usar lubrificante o que me arrombava e sangrava sempre que me sequestrava e fodia. Depois de algum tempo Tião morreu atropelado no centro da cidade do Rio de Janeiro quando estava bêbado e atravessava a rua. Ele deixou marcas e por mais que tenha sido muito doloroso, me apresentou o primeiro pênis gigante e grosso da minha vida. Hoje sou apaixonada por ser escrava e submissa. Talvez porque aprendi cedo demais a ser violentamente fodida. Ninguém nunca soube do que eu passei, só agora vcs. Espero todos tenham gostado
do que eu relatei porque esse fato foi verdadeiramente vivido por mim.

Não leu a parte 1? Leia aqui

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2 comentários em “FUI ESTRUPADA AOS 10 ANOS DE IDADE PELOS MESMOS HOMENS POR DOIS ANOS- parte 3”

  1. Humm, gostei muito, juro que fiquei excitada. Eu estava toda molhada, e gostaria de está no meu lugar. Queria muito ser estuprada, é um dos maiores desejos sexuais que tenho, e um sadomasoquismo…
    Seria melhor ainda… Ter um homem assim, me socando forte a buceta, outros homens no cú e boca. Hummm tripla penetração, seria perfeito 😋

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