Maria santinha

Desde novinha preferi ler contos ao invés de assistir vídeos, e após tantos anos me deliciando, chegou a hora de escrever meu primeiro conto. É totalmente verídico e tentarei narrar com fidelidade tudo o que aconteceu.
Bom, por questões de seguranças irei alterar os nomes. Me chamo Rafaella, tenho 19 anos, sou baixinha, branquinha bronzeada, típica nordestina, estilo curvy, com silhueta cheinha mas extremamente bem divididas, peitos grandes, e pernas lindas e torneadas que tive a graça de herdar da minha mãe, cabelos na altura dos ombros com luzes loiras, o que chama muito a atenção é meu rosto angelical, boquinha pequena, com semblante meigo e inocente mas um olhar que não consegue esconder a safadeza que habita em mim.

Coleciono algumas histórias deliciosas, mas hoje irei relatar a que mais me excita até hoje. Começo de 2018 e eu tinha acabado de terminar o ensino médio, decidi então tirar um tempo para mim, já que os anos anteriores não fora dos mais fáceis. Adoro viajar e devido a isso comecei a buscar toda e qualquer oportunidade de sair de casa. Tenho um primo que é consultor, irei chamá-lo de Diogo. Um homem casado de 35 anos, estatura mediana (deve ter lá para seus 1,70 de altura), branquinho, corpo começando a tomar forma devido a academia, e uma simpatia capaz de cativar o mais ranzinza dos seres humanos. Particularmente o acho muito bonito, e alguns de meus amigos compartilham da mesma opinião. Ele sempre me tratou como sua princesinha, e como viemos de uma família muito afetuosa, era comum as trocas de carícias, andar de mãos dadas, e referir-se um ao outro com adjetivos carinhosos.

Ele sabendo da minha paixão por viagens, propôs a ideia de eu acompanhá-lo para uma viagem de negócios em uma cidade não tão perto da nossa, mas que duraria somente um dia. E claro que nem precisei pensar duas vezes, uns dias depois estava eu toda empolgada para a tal viagem. Ele foi me buscar em casa no período da manhã, tomou um café com a minha mãe, e brincou sobre não deixar eu arrumar nenhum namoradinho por lá “vou dizer a todos que o namoradinho dela sou eu nessa viagem, assim nenhum marmanjo chega perto” brincou ele. Conversamos animadamente durante a viagem, as vezes ficavamos de mãos dadas (coisa que fizemos a vida inteira) e ele sempre que podia me enchia de beijos na bochecha e testa. Até aí não percebi nada demais. Até que em dado momento, ao invés de beijar minha bochecha, acabou acertando minha boca. Foi algo rápido e que logo tratei de esquecer e imaginar que tenha sido algo acidental. Depois de certo tempo de viagem, tocamos no assunto relacionamento. Comentei com ele que meu último relacionamento não fora dos melhores, e devido a isso não tinha planos algum de engatar outro nem tão cedo. E ele disse “mas com certeza não falta quem queira. Acha que não sei a quantidade de meninos da nossa cidade que são loucos para te dar pelo menos uns beijos?” e no clima discontaido eu soltei “do jeito que os caras são idiotas, tu tem que ver bem até quem tu vai beijar”, aí que veio o comentário que me deixou sem reação “e seu primo? Será que é digno de ganhar um beijo dessa menina linda?” nessa hora eu fiquei sem reação alguma, eu só consegui dar um sorrisinho. Claro que já tinha imaginado beijando meu primo várias e várias vezes, mas nunca imaginara que isso sairia dos meus pensamentos, afinal eu era somente a princesinha dele. Ele vende que não esbocei sinal de repúdio, parou o carro no acostamento mais próximo e começou a me beijar. E o que no começo foi um beijo tímido, em pouco tempo se tornou ardendo, repleto de tesão. Sua mão começou a explorar meu corpo e só demos conta de que ainda estávamos parados em uma BR quando uma carreta barulhenta passou ao nosso lado. Seguimos viagem e ele acabou me confessando que tinha esse desejo há tempos. O dia de passou, e ele me deixou num parque enquanto resolvia seus assuntos. Após tudo terminado no final do dia, voltamos para o carro e assim que me sentei, ele tascou um beijo com muita vontade, minha calcinha ensopou instantaneamente. Já estava escuro, e como ele conhecia bem a cidade, dirigiu até um ponto escuro e pouco (basicamente nada) movimentado, e retornamos a nos beijar ferozmente. E suas mãos que começaram com carícias por cima da roupa, já estavam invadindo meu sexo que nessa hora estava pingando de excitação. Em pouco tempo seu terno junto com minha roupa se encontravam jogados por todos os cantos daquele carro. Direcionei minha mão em direção ao seu pênis e nessa hora me arrepiei totalmente. Seu membro era muito grosso, algo que realmente só havia visto em fotos. Inicie então um boquete maravilhoso, coisa que me orgulho em dizer que faço muito bem. Aquele pau enorme mal cabia na minha boquinha pequena, mas fiz questão de chupar com maestria. Entre seus gemidos abafados ele sussurrava “eu sempre imaginei essa boquinha me chupando, mas nunca pensei que você chupasse tão gostoso” “chupa seu priminho que tanto esperou por esse momento” . Depois disso foi minha vez de receber um maravilhoso oral, ele inclinou o banco do carona e me pediu para apoiar meus pés no painel e no outro banco, assim que ele começou a chupar meu clitóris, soltei uns gemidinhos involuntários. Ele então passou a enfiar dois dedos em mim e chupar m u clitoris com a maior habilidade, não sou de sentir muito prazer ao receber oral, mas esse realmente me fez estremecer as pernas. Depois disso pulamos para o banco de trás e ele me perguntou se eu realmente tinha certeza sobre querer ser penetrada. A essa altura o que eu mais queria era sentir aquele membro enorme me preenchendo. Eu só pedi para ele ir devagar por eu não estar acostumado com um pau tão grosso, ele deu um sorrisinho e me disse que a intenção dele era só me dar prazer. Aos poucos fui sentido aquele cacete entrando cm por cm dento de mim, ao contrário do que pensei, não sentir dor alguma. Foi impossível conter os gemidos quando ele começou a estocar na minha bucetinha que estava completamente preenchida por aquele pau maravilhoso “isso, Di. Mete do jeito que você sempre quis” “Nossa Rafa, você realmente é uma putinha safada” “então mostra para sua putinha como é levar rola de um macho de verdade” eu devo ter gozado nos primeiros 5 min levando aquela surra de pika. Ficamos nesse mete mete por mais uns 15 min até ele dizer que iria gozar, eu como putinha mirim que sou, pedi para ele gozar na minha boca. Após eu engolir e engolir cada gotinha, começamos a nos vestir. Sentamos no banco da frente novamente e trocamos carícias por alguns minutos, e retornamos a nossa cidade com a promessa de que haveria mais vezes.

Espero que tenham gostado, pois eu estou encharcada só de relembrar esses maravilhosos momento. Um grande beijo a todos

1 comentário em “Maria santinha”

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