O namorado da minha filha

Seus dentes claros e bem alinhados eram contornados por seus lábios finos e delicados. E a única coisa que eu imaginava era o meu pau penetrando aquela boca deliciosa.

Quando esticou as mãos para me cumprimentar, pude sentir a maciez de sua pele.

_ Pai, esse é o Lucas, o meu namorado. Disse Vanessa, minha filha de 17 anos.
Para a decepção da minha filha, o cumprimentei com ar de seriedade. Segundo ela, o meu olhar foi amedrontador. O que deve ter sido verdade, já que Lucas abaixou o olhar fazendo uma posição de submissão e isso me deixava louco de tesão.
Lucélia, a minha esposa, o cumprimentou com alegria. Ela estava feliz por finalmente Vanessa está namorando.
Os conduziu até a sala de jantar, havia preparado carne assada com batatas coradas, prato preferido do rapaz, segundo Vanessa havia informado a ela.
O tremor de suas mãos ao segurar o garfo demonstrava o seu nervosismo. Eu permanecia olhando para ele. Vanessa me direcionou um olhar de repreensão, contudo foi ignorada por mim, permaneci fitando fixamente a Lucas.
Percebendo o um clima de constrangimento, Lucélia inicia uma conversa na tentativa de melhorar o clima.
_ Bom,Lucas quantos anos você tem?
_ Eu tenho quinze, tia.
_ Mas é tão novinho! Vanessa tem 17.
_ Mãe, a idade não é importante quando se ama! Não é não, amor? Perguntou Vanessa dando um celinho em Lucas.

Permaneci calado durante o jantar. Lucélia e Vanessa tagarelavam sem parar. Lucas apenas sorria, esfregando as mãos nas coxas para aliviar o nervosismo.

Quando o relógio dava onze horas, Lucas anunciou a sua partida.
_ Pai, bem que você poderia levar o Lucas em casa. Já tá tarde e é perigoso para ele ir de ônibus.
_ Não precisa se incomodar, seu Rogério. Tá tranqüilo.
_Não é incômodo algum. Leva ele, amor. Ordenou Lucélia.
Dei um suspiro profundo e levantei para pegar as chaves.
_Venha, Lucas.

Sai da casa sem olhar para trás. No carro, fiquei observando o Lucas beijar a minha filha e isso me provocou um ódio tão intenso, que senti sede pelo sangue do rapaz.

Ele entrou no carro e permanecemos calados até chegar na rua principal. Ele olhava o tempo inteiro para janela, evitando me olhar.

Estacionei o carro perto de um beco escuro e deserto. Lucas arregalou os olhos. Eu respirei fundo, fechei o punho e depositei muita força no soco que dei no rosto do menino.

Ele deu um gemido de dor, e um fio de sangue escorria na sua pele clara.
_Que porra é essa, Lucas?
_ Eu não sabia que a Vanessa era a sua filha. Eu juro!
_ Seu filho da puta! Eu quero você bem longe da minha família, entendeu, seu arrombado? Falei apertando o seu braço direito. Ele apenas confirmava com a cabeça.
_ Me desculpe, Rogério. Você disse que não queria mais nada comigo então eu fui seguir a minha vida.
_ Seguir a vida pegando a minha filha! Não envolve a Vanessa nisso. Você vai se afastar dela ou eu te mato. Eu dizia apontando o dedo no seu rosto.
O silêncio dominou o ambiente por alguns segundos.
Lucas me olhou com os olhos umedecidos e disse:
_ Eu sinto a sua falta.
_ É precisava envolver a minha filha nisso?
_ Foi a única maneira que eu encontrei de me aproximar de você. Mas fica tranquilo, eu e a Vanessa não transamos.
_ Menos mal. A minha filha merece um homem de verdade e não um veadinho de merda como você.
Lucas desabou a chorar. Pôs as mãos nos olhos e soluçava.
Naquele momento, senti piedade dele. Era tão lindo e desprotegido o meu menino.

Lucas envolveu os braços no meu pescoço.

_ Eu te amo, Rogério. Tá foda a saudade que eu tenho de você.
Eu acaricei os seus cabelos lisos e louros , penetrando os meus dedos entre eles. Lucas beijava o meu rosto e eu segurei o seu queixo e puxei a sua boca boca para a minha penetrando a língua nela, minha mão delizava para dentro da sua blusa e foi tocando a pontinha dos seus mamilos, com isso Lucas deu um gemidinho que me deixou louco.
_ Fica peladinho. Ordenei.
Lucas foi se despindo aos poucos, revelando o seu corpo magro e branco. O seu pênis não era muito grande, deveria ter uns 12 centímetro, a cabeça do seu pau era rosinha e eu a acaricei.
_ Vai para o bando de trás, e deita de frango assado.
_ Você vai me comer e depois me mandar embora, como sempre faz.
_ Cala a porra a boca e vai logo, moleque.
Obediente, a minha putinha deitou do banco de trás com as perninhas bem abertas, deixando o seu cuzinho rosa e lisinho a mostra, o que me deixou louco de tesão. Não resisti e penetrei a minha língua naquele orifício gostoso, fui lambendo as voltinhas em movimento circular e seguida fui penetrando a língua, até provocar o gemidinhos feminino do Lucas. Que reveriava os olhos e mordia o lábio inferior. Não resisti a essa visão e o beijei na boca, enquanto penetrava dois dedos no seu cuzinho. Lucas percorreu a mão no meu corpo até encontrar o meu pau, esfregava a as sua mãos nele .
Desci a língua para os mamilos do rapaz e chupeio-os com vontade. E Lucas gemia ainda mais.
_ Que saudade que eu estava desse pau gostoso. Você estava com saudade de mim, Rogério?
_ De você não, mas da seu cuzinho sim. Lucas se entristeceu com a minha resposta e isso me deixou ainda mais excitado.
Lucas retirou a minha blusa e eu tirei a bermuda e cueca, o meu pau já estava latejando demais para ficar preso por debaixo da roupa.
Sentei no banco da frente e puxei Lucas pelos cabelos até chegar a mim. E o fiz sentar no meu colo. Dei um tapa na sua bunda que ficaram as marcas avermelhadas na sua pele. O beijei novamente, e em seguida sussurrei no seu ouvido
_ Esfrega essa bundinha gostosa no meu pau, vai piranha imunda.
Ele me obedeceu e sarrava aquela bunda deliciosa na minha pica, que essa altura já implorava para comer aquele rabo gostoso. Penetrei o meu dedo na boquinha dele, e o mamou como um bezerrinho. Retirei o meu dedo e lubrifiquei o cuzinho dele.
_ Amor, isso é pouco. Tem que lubrificar mais.
_ Cala a boca e senta, porra.
Lucas foi sentando devagar estava com medo da dor, pois ainda era muito inexperiente.
Sem paciência, eu o empurrei para baixo que a penetração foi toda de uma vez, e um grito de dor foi inevitável.
Ao perceber as lágrimas nos seus olhos, eu o abracei e beijei seu rostinho.
_ Vai ficar tudo bem, meu bebê. Você precisa acostumar esse cuzinho a levar rola.

Fui fazendo o movimento com os meus quadris, à medida em que Lucas gemia como uma garotinha, eu aumentava as estocadas .
Era delicioso demais sentir o seu cuzinho contraindo com o meu pau. O barulho dos meus quadris batendo na sua bunda era excitante demais. Seus gemidos eram músicas para os meus ouvidos.

_Quem é o dono desse corpinho gostoso?
_ É você, Rogério. Eu sou todinho seu. Sou a sua putinha de estimação.
Ao ouvir essas palavras e com alta velocidade das estocadas, liberei o líquido do prazer no cu do meu veadinho.
Ofegante, ele pousou a cabeça no meu ombro e eu beijei o seu pescoçinho .
_ Você vai terminar com a Vanessa amanhã.
_ Tá bom. A gente vai voltar a se ver?
_ Sim. Mas vai ser quando eu quiser. E não fique me ligando espera eu te procurar. Eu sou casado e as coisas não podem ser feitas de acordo com a sua vontade.
_ Estou tão feliz de estar com você. Eu te amo tanto.
_ E nada de ficar sentando na pica dos outros machos. Você é meu. E seu souber que você dar pra outro, vou te arrebentar de porrada .

Vou confessar, que eu já estava apaixonado por aquele moleque. Ele me deixava louco. Eu sentia falta dele. O desejava muito e isso me deixava puto. Eu não deveria fazer isso. Sou casado, porra! Amo a minha mulher e filha. Não sou nenhum enrustido, que se esconde num casamento de fachada . Eu tenho uma boa relação com a Lucélia. Somos companheiros , nosso relacionamento é saudável em todos os aspectos. Apesar de vinte anos de casamento, o sexo é maravilhoso. Lucélia é gostosa pra caralho. Nem o cu ela me nega. E na arte do sexo anal ela é especialista.

Contudo, estou me apaixonando por um veadinho adolescente. Isso nunca aconteceu. Sempre que eu pulava a cerca era só por tesão.

Levei Lucas para casa. Ele morava numa comunidade muito pobre e fiquei um pouco irritado de ir aquele local a noite.

No dia seguinte, ao chegar em casa, encontrei Vanessa chorosa no sofá. Ver a minha filha naquele estado me provocou tristeza. Ela não merecia sofrer assim. Senti vontade de quebrar a cara do Lucas.
Depositei a pasta no sofá e afrochando o nó da gravata, retirei o paletó e me sentei ao lado dela, a abraçando.
_ O que houve, meu amor?
_ O Lucas terminou comigo.
_ Que embuste! Por que ele fez isso?
_ Não sei. Disse que não tinha certeza dos seus sentimentos.
_ Oh, meu amor. Às vezes foi até bom. Esse menino não te merece. Você vai encontrar alguém melhor.
_ É. Ela disse suspirando. _ Vou ao banheiro.
Vanessa levantou-se e esqueceu o celular no sofá. Fui dominado pela curiosidade e peguei o objeto. Vanessa era proibida por mim e a mãe de por no celular.
Sei que vão me julgar mal por invadir a privacidade da minha filha, mas sou um pai zeloso e amo demais para querer protege_la dos males da internet.
Percebi que a minha filha só tinha meninas nos contatos, mas uma em especial me chamou a atenção, pois o contato estava escrito “amor”.
Na conversa Vanessa revelava que Lucas havia desistido de fingir o namoro. O que me deixou com um misto de surpresa e felicidade.
Vanessa namorava a menina as escondidas e Lucélia havia descoberto. Com isso, a ameaçou de não lhe dar um iPhone de presente de Natal, caso a menina continuasse com o seu relacionamento homossexual e por isso pediu a Lucas que finjisse ser o seu namorado. Ela também revelou que temia a minha desaprovação, que me amava demais para ser rejeitada por mim.

Fiquei alguns segundos pensativo. Até que Vanessa se aproximou de mim.

_ Vim buscar o celular. Acabei esquecendo.
Entreguei a ela , que foi para o seu quarto.
Fiquei incomodado demais com a situação. Era duro pensar que a minha filha escondia a sua homossexualidade. Eu imaginei que ela poderia está sofrendo por conta disso, mas ao mesmo tempo eu me senti traído por ela, que se deu ao trabalho de mentir ao ponto de forja um falso namoro.
Fui até o seu quarto e bati na sua porta.
_ Quem é? Perguntou Vanessa.
_ Sou o seu pai.
_ Entra, pai.

Eu abri a porta e ela estava deitada na cama com as pernad cruzadas e as costas apoiada na cabeceira. Nas suas mãos estava o celular. Ela me olhava desconfiada.

Minha menina é tão linda! Está crescendo e isso me amedronta um pouco.

_ Se arrume, Vanessa. Vamos sair.
_ Aonde vamos?
_ Comprar um iPhone para a filha mais linda do mundo.
O seu sorriso iluminou o seu lindo rostinho. Ela abriu os abraços e pulou no meu colo.
_ Eu te amo, papai.

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